Pesquisa

O Projeto ACRESCE, desenvolvido pelo Instituto Sapien a partir de uma demanda do Governo do Acre, tem como objetivo propor estratégias para impulsionar o crescimento econômico do Estado. Baseado em um diagnóstico detalhado de desafios e oportunidades, o projeto analisou dados de instituições como IBGE, IPEA, ONU e OCDE para identificar fatores que influenciam o desenvolvimento e apresentar sugestões que orientem gestores públicos e a sociedade na construção de um Acre mais forte e sustentável.

Os resumos dos cadernos do Acresce pode copiar e fazer uma página parecida.

CADERNO 1: CONTAS PÚBLICAS | RESUMO EXECUTIVO

Este Resumo Executivo contempla o diagnóstico do capítulo sobre Contas Públicas do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE, desenvolvido pelo Instituto Sapien de Gestão, Avaliação e Pesquisa Aplicada em Ciência, Tecnologia e Inovação. O documento tem por objetivo apresentar brevemente o resultado do diagnóstico efetuado em relação às Contas Públicas do Acre, contribuindo para os debates e consolidação de propostas de soluções de desenvolvimento das potencialidades do Estado, em cada área de atuação, de modo a agregar valor aos produtos e fortalecer o capital humano, apoiando gestores e entes públicos.

CADERNO 2: SAÚDE | RESUMO EXECUTIVO

A Saúde é uma das importantes áreas avaliadas no Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE, desenvolvido pelo Instituto Sapien de Gestão, Avaliação e Pesquisa Aplicada em Ciência, Tecnologia e Inovação. Este Resumo Executivo apresenta diagnóstico efetuado em relação à Saúde, como etapa anterior à realização das oficinas estratégicas, nas quais serão debatidas e consolidadas propostas de soluções de desenvolvimento das potencialidades do Estado, em cada área de atuação.

Para este capítulo, foram consultados dados do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA), como a Pesquisa de Orçamentos Familiar e a Pesquisa Nacional da Saúde, a partir de informações dos anos de 2013, 2018 e 2019. Também foram verificados o Relatório Anual da Associação Médica Brasileira de 2023 (dados de 2022) e as informações do Ministério da Saúde (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), referentes ao ano de 2021, sobre os CNPJs com atividade médica.

CADERNO 3: EDUCAÇÃO | RESUMO EXECUTIVO

O panorama da Educação no Acre é a terceira área avaliada pelo Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE, desenvolvido pelo Instituto Sapien de Gestão, Avaliação e Pesquisa Aplicada em Ciência, Tecnologia e Inovação. Neste Resumo Executivo são apresentados os principais pontos do diagnóstico efetuado em relação à análise dos indicadores de Educação no Estado. 

Para cada etapa formativa, foram utilizados determinadas fontes de pesquisa, entre elas o Censo de Educação Básica de 2022, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP); e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), de 2021, para construção de análises sobre a Educação Básica.

CADERNO 4: MACROECONOMIA | RESUMO EXECUTIVO

Com informações sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre, a situação de pobreza de sua população, dados recentes sobre renda estadual, programas sociais, empresas e organizações que atuam no Estado, além de indicadores de trabalho e emprego, este Resumo Executivo aborda a Macroeconomia do Acre.

É importante registrar que, neste documento, em específico, foram atualizados dados em relação aos anos de 2022 e 2023, correlacionados com os indicadores do Caderno de Contas Públicas, a fim de não ficarem tão defasados, uma vez que a área de Macroeconomia, originalmente, foi a que primeiro teve os indicadores consolidados no Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE.

CADERNO 5: ECONOMIA – PRODUÇÃO PRIMÁRIA | RESUMO EXECUTIVO

O setor primário da economia é caracterizado pela atividade econômica que extrai matérias-primas da natureza, transformadas em bens de consumo. É formado por atividades que trabalham com recursos naturais ou produtos primários, entre elas a Agricultura, a Pecuária, a Silvicultura, a Pesca, o Extrativismo Mineral e Vegetal. Considerado como o início da cadeia produtiva, é este o tema deste Resumo Executivo do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE.

Responsável pela produção de commodities, como soja, minério de ferro e até petróleo, o setor primário da economia tem como principais atividades no Acre a Agricultura, a Pecuária e o Extrativismo.

CADERNO 6: ECONOMIA - PRODUÇÃO SECUNDÁRIA E TERCIÁRIA | RESUMO EXECUTIVO

Este Resumo Executivo do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE aborda a Economia em relação aos setores  de Produção Secundário (Indústria, Mineração e Construção) e Terciário (Comércio, Serviços e Turismo).

Para este diagnóstico setorial, foram utilizadas bases de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE; Pesquisa Anual da Indústria da Construção – PAIC, 2020; Análise da Série Histórica da Pesquisa Anual de Comércio – PAC 1997-2019; e Pesquisa Mensal do Comércio – PMC, fevereiro de 2023); Inteligência Econômica – CBIC – Panorama da Construção: Desempenho da Construção Civil em 2022 e Perspectivas para 2023 – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI; dados da Fundação de Amparo à Pesquisa do Acre (FAPAC) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); estatísticas das Fundações Privadas e Associações sem fins Lucrativos (FASFIL/IBGE) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP, 2020).

CADERNO 7: INFRAESTRUTURA | RESUMO EXECUTIVO

Infraestrutura é o foco deste Resumo Executivo do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE. Envolve as áreas de saneamento básico (sistemas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e resíduos); energia, telefonia, internet e transportes. 

Para o levantamento de dados sobre aspectos do saneamento básico, foram considerados o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades (dados de 2017 a 2021); a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE, 2022); o Sistema Siconfi do Tesouro Nacional, 2023 e a publicação “100 maiores cidades brasileiras no ranking do Saneamento”, 2022..

CADERNO 8: DEMOGRAFIA | RESUMO EXECUTIVO

Os dados demográficos têm fundamental importância para o desenvolvimento de políticas públicas e a correta destinação de recursos orçamentários. Sendo uma ciência que promove estudos sobre diferentes aspectos populacionais, a demografia engloba as dimensões, estatísticas, estrutura e distribuição das diversas populações humanas. Os dados demográficos variam de acordo com natalidade, mortalidade, migração, envelhecimento e outros indicadores. A análise demográfica também considera as características de uma sociedade ou grupo específico, definido por critérios como a educação, a nacionalidade, religião e grupos étnicos, entre outros.

Este Resumo Executivo os aspectos de Demografia do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE. Para o relatório original, foram consultadas bases de dados do Censo Demográfico 2022 e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, bem como Sistema Sidra/IBGE; Agenda Acre 10 Anos, da Fundação Dom Cabral, 2023 (FDC), elaborada para a Secretaria de Estado de Planejamento do Governo do Acre; Déficit Habitacional no Brasil 2016-2019, da Fundação João Pinheiro; e Diagnóstico Socioeconômico Acre 60 Anos: Passado, Presente e Futuro (Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Faculdade de Ciências Econômicas – CEDEPLAR, da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, 2022); e Anuário Brasileiro de Segurança Pública e indicadores do Instituto Nacional do Câncer (Inca)

CADERNO 9: TERRITÓRIO E POVOS DO ACRE | RESUMO EXECUTIVO

Este Resumo Executivo apresenta aspectos do desenvolvimento territorial do Acre, constantes do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE. 

Foram consultados indicadores e bases de dados, tais como: Censo 2022, relativos ao crescimento populacional, com os primeiros resultados divulgados do censo aplicado naquele ano contendo informações sobre povos tradicionais e Unidades de Conservação, e dados específicos extraídos dos documentos-síntese produzidos na elaboração do Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre (ZEE-AC) – Fases 2 e 3; Relatório Parametrizado do Ministério do Meio Ambiente, 2014 e 2016; Plano de Manejo da Reserva Extrativista do Cazumbá-Iracema; Produção Agropecuária nas Reservas Extrativistas do Acre; Unidades de Conservação do Brasil; População em Unidades de Conservação da Amazônia Legal Brasileira, 2010; Plano de Manejo da Reserva Extrativista do Alto Tarauacá – Volume 2; Plano de Manejo do Parque Estadual Chandless, 2010; Diagnóstico  Socioeconômico do Parque Estadual Chandless, 2008; P Parque Nacional da Serra do Divisor – Acre: Instrumentação preliminar em defesa da implantação de um instituto socioambiental como fortalecimento da Unidade Conservação, 2019; e Plano de Manejo da Estação Ecológica Rio Acre.

CADERNO 10: ATIVOS E RECURSOS AMBIENTAIS | RESUMO EXECUTIVO

Os Ativos e Recursos Ambientais constituem os temas deste Resumo Executivo do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE. Envolvem investimentos feitos por empresas e organizações para reduzir os impactos ambientais de suas ações e promover a sustentabilidade ambiental.

Para este levantamento, foram consultados documentos e fontes como: Lei Estadual nº 1.904/2007, que institui o Zoneamento Ecológico Econômico do Estado do Acre (ZEE); Lei Estadual nº 2.308/2010, que cria o Sistema Estadual de Incentivos a Serviços Ambientais (SISA), o Programa de Incentivos por Serviços Ambientais (ISA) Carbono e demais Programas de Serviços Ambientais e Produtos Ecossistêmicos do Estado do Acre; Plano Estadual de Prevenção e Controle do Desmatamento no Acre (PPCD/AC), 2010; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Instituto de Mudanças Climáticas. 2014; Serviço Florestal Brasileiro (SFB), 2018; Diagnóstico dos Conflitos Fundiários e Socioambientais no Estado do Acre – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), 2018; Inventário de Emissões Antrópicas e Sumidouros de Gases de Efeito Estufa do Estado do Acre, Base 2010, Embrapa-Acre, 2012; e Sistema Estadual de Incentivos aos Serviços Ambientais do Acre: lições para a construção de instrumentos econômicos nacionais, 2015.

CADERNO 11: SEGURANÇA PÚBLICA | RESUMO EXECUTIVO

A partir do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre – ACRESCE, este Resumo Executivo retrata a Segurança Pública do Estado, a partir dos indicadores mais recentes disponíveis sobre o cenário da violência e da criminalidade no Acre e em cada um dos 22 municípios, no período de 2017 a 2022. Para este relatório foram consultadas as seguintes fontes de dados secundários: Perfil Nacional das Instituições de Segurança Pública do Ministério da Justiça e da Segurança Pública – MJSP (2022), Anuários da Segurança Pública do Fórum de Segurança Pública (2019 a 2023), Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos (2023), Avaliação das Fronteiras do Brasil (IPEA, Ministério da Integração Nacional, 2015), Sistema Siconfi da Secretaria do Tesouro Nacional – STN (2023), Sistema de Informações do Departamento Penitenciário Nacional – Sisdepen/MJSP, 2023 e Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan/Ministério da Saúde, 2023. Alguns dados foram coletados diretamente, no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), na Polícia Rodoviária Federal, no Sistema Único de Segurança Pública e no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp) e Estimativas da População (IBGE, 2017 a 2022).

Para a realização do SEMINÁRIO INTERNACIONAL TXAI: BIOECONOMIA E SOCIOBIODIVERSIDADE COMO VETORES DE CRESCIMENTO DA AMAZÔNIA LEGAL, o Instituto SAPIEN se uniu ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) e ao Governo do Estado do Acre, por meio das Secretarias de Estado de Povos Indígenas (SEPI), de Planejamento (SEPLAN), e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Acre (FAPAC), além de outras 25 instituições acreanas.
De modo a ancorar os debates do Seminário com informações confiáveis e científicas, foram elaboradas previamente pesquisas em dez áreas, a partir de consultas a bases de dados nacionais e internacionais, de instituições como IBGE, Secretarias de Estado, Ministérios e agências reguladoras, entre outras.

DEMOGRAFIA

DEMOGRAFIA é a ciência social que se dedica ao estudo das populações humanas e analisa a dinâmica populacional, ou seja, como as populações crescem, envelhecem, migram e se distribuem geograficamente. Para destacar o perfil demográfico da AMAZÔNIA LEGAL, foram analisados indicadores em sete tópicos:

i) Estrutura Etária, Taxas de Mortalidade e Fecundidade; 
ii) Saneamento, IDH e Habitação;
iii) Gênero; 
iv) Média Etária;
v) Etnias; 
vi) Mobilidade e Transporte; e
vii) Educação.

INDICADORES DE POBREZA E DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Os INDICADORES DE POBREZA E DE ASSISTÊNCIA SOCIAL incluem dados sobre rendimento econômico da população nos estados da AMAZÔNIA LEGAL entre 2012 e 2023.

Foram consultadas as bases da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

EDUCAÇÃO

Na EDUCAÇÃO, buscou-se apresentar um retrato situacional nos estados da AMAZÔNIA LEGAL, com base na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C) do IBGE. Foram considerados aspectos como: 

i) analfabetismo;
ii) número de estabelecimentos escolares no Ensino Fundamental e Médio;
iii)  número médio de anos de estudo (15+ anos);
iv) grupos de anos de estudo (25+ anos);
v) desempenho da educação; e
vi) nível de instrução. Educação e emprego são temas interligados e cruciais para o desenvolvimento da região.

EMPREGO E RENDA

A pesquisa sobre EMPREGO E RENDA partiu de indicadores do período compreendido entre 2010 e 2024, especificamente dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE. 

O objetivo foi identificar o comportamento da geração dos empregos formais, que teve crescimento na AMAZÔNIA LEGAL, mesmo durante o período da pandemia de covid-19. Os resultados das ocupações em geral, formais e informais, dispostos pela PNAD, também apresentaram crescimento.

ECONOMIA

Em relação à ECONOMIA, a pesquisa buscou avaliar o crescimento e o grau de concentração econômica dos estados da AMAZÔNIA LEGAL entre 2010 e 2021. 

O relatório apresenta o desempenho econômico dos estados por meio do Produto Interno Bruto (PIB), identificando a participação da Agropecuária, da Indústria, dos Serviços, das Atividades Públicas e seu respectivo grau de concentração, com base no índice de Gini.

INFRAESTRUTURA

Os estados da AMAZÔNIA LEGAL apresentam baixo índice de desenvolvimento e o objetivo da pesquisa em relação à INFRAESTRUTURA foi analisar a situação da infraestrutura de energia elétrica e de telecomunicações da região. Os resultados são apresentados em tabelas relativas ao ano de 2023, comparados com o ano de 2022, a partir de consulta aos indicadores divulgados pelo IBGE e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Foram descritos dados sobre: 

i) fornecimento de energia elétrica;
ii) acesso à Internet; e
iii) conectividade por rede móvel.

SANEAMENTO

Em relação aos aspectos de SANEAMENTO, o estudo analisou indicadores do IBGE e do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) sobre a situação do saneamento nos estados da AMAZÔNIA LEGAL, tendo como base o ano de 2022. A pesquisa se concentrou em aspectos como:

i) fornecimento de água para consumo;
ii) captação de esgoto sanitário; e 
iii) recolhimento de resíduos sólidos.

Os indicadores levantados apontam para a precariedade no sistema de saneamento na região, o que impacta tanto a saúde da população, como influencia diretamente o nível de desenvolvimento.

TERRITÓRIOS

Amazônia Legal brasileira apresenta uma das estruturas fundiárias mais complexas do mundo. Abriga uma diversidade de categorias de uso da terra, como Unidades de Conservação (UCs), Terras Indígenas (TIs), assentamentos da reforma agrária, imóveis privados, áreas militares, florestas públicas e glebas não destinadas.

Embora 71% da área já tenha algum tipo de destinação fundiária formalizada, 29% ainda permanece juridicamente indefinida e reflete um cenário de fragmentação e sobreposição territorial. 

O estudo sobre TERRITÓRIOS tem como objetivo analisar a distribuição das principais categorias fundiárias e diagnosticar padrões de sobreposição e conflito, para subsidiar estratégias integradas de gestão territorial. Foram pesquisados dados cartográficos e administrativos de fontes como SICAR, SIPRA, FUNAI, ICMBio, ZEE estaduais e MapBiomas, além de ferramentas como Sistemas de Informação Geográfica (SIG), como QGIS, para a análise espacial e estatística dos dados.

EXTRATIVISMO

EXTRATIVISMO é um dos principais pilares econômicos da AMAZÔNIA LEGAL. Seja com o manejo tradicional de extração de recursos ou pela moderna aplicação de tecnologias do agronegócio, a agricultura gera impacto sobre os ecossistemas amazônicos e populações locais.

Esta pesquisa buscou analisar os desafios e oportunidades do extrativismo vegetal na região, considerando aspectos históricos, socioeconômicos e ambientais envolvidos em relação aos principais produtos vegetais extrativos com volume produzido e valor da produção; e levantamento geral dos ativos ambientais amazônicos.

Foram consultados dados do Sistema de Recuperação Automática (Sidra) do IBGE e dos nove governos estaduais da região.

BIOECONOMIA

AMAZÔNIA LEGAL brasileira, com sua incomparável biodiversidade e papel crucial no equilíbrio climático global, é hoje reconhecida como um território estratégico para o enfrentamento da crise climática e para a construção de uma nova economia baseada na sustentabilidade e em baixas emissões de gases de efeito estufa. 

Sua vasta biodiversidade, riqueza cultural e importância global, representam não apenas um patrimônio natural, mas uma oportunidade única para o desenvolvimento de um novo modelo econômico. Assim, a BIOECONOMIA se constitui como alternativa  estratégica que concilia crescimento econômico, justiça social e conservação ambiental  frente aos desafios socioambientais do século XXI. 

A pesquisa sobre este tema buscou abordar os modelos produtivos da Amazônia com fundamentos teóricos e históricos, além de apresentar propostas de políticas públicas, marcos regulatórios, cadeias produtivas sustentáveis e mecanismos de financiamento. 

O resultado apresentado busca contribuir com subsídios para o debate e a formulação de políticas públicas, estratégias de investimento e ações concretas voltadas à construção de uma Bioeconomia sólida, inclusiva e sustentável na Amazônia, a partir do seu potencial transformador como caminho para o desenvolvimento regional.

Bioeconomia no Acre: Mapeamento, Diagnóstico e Potencialidades

A TXAI Amazônia, em parceria com o Instituto Sapien, apresenta os resultados da pesquisa “Levantamento, Mapeamento e Dimensionamento da Bioeconomia no Acre.

Em um território onde a floresta é vida, economia e identidade, o estudo mapeia e analisa as principais cadeias produtivas da bioeconomia acreana, conectando saberes tradicionais, conservação ambiental e desenvolvimento sustentável.

Destaques da pesquisa:

Escuta e protagonismo dos territórios: a pesquisa envolveu comunidades indígenas, ribeirinhas, extrativistas e agricultores familiares, reunindo práticas, desafios e soluções construídas localmente.

Cadeias produtivas mapeadas: foram caracterizadas cadeias como as de  castanha-do-Brasil, borracha nativa, murumuru, açaí, cafés especiais, óleos vegetais, biocosméticos, turismo de base comunitária, bambu e outras expressões da sociobiodiversidade.

Análise crítica dos gargalos: o relatório identifica entraves como a ausência de regularização fundiária, infraestrutura precária, baixa assistência técnica e restrições de mercado para produtos sustentáveis.

Bases para políticas e investimentos: o estudo apresenta caminhos para fortalecer a bioeconomia com base em ações integradas, tais como financiamento, capacitação, inovação tecnológica, governança territorial e incentivos à produção sustentável.

Conexão com instrumentos estruturantes: o levantamento dialoga com o ZEE do Acre, o Sistema de Incentivos a Serviços Ambientais (SISA), programas de PSA e estratégias nacionais de bioeconomia e clima.

Esta entrega reforça o compromisso da TXAI Amazônia com a ciência aplicada à transformação dos territórios. O estudo está disponível para apoiar políticas públicas, decisões privadas e ações coletivas rumo a uma bioeconomia justa, inclusiva e com a floresta em pé.