Artigo

Estado do Acre | Linha do tempo comentada

Informações extraídas da obra “A questão geopolítica da Amazônia – da soberania difusa à soberania restrita”, de Nelson de Figueiredo Ribeiro (Edições do Senado Federal).

Povos indígenas no Acre: ontem e hoje

Antes de fazer parte do Brasil, o Acre foi terra boliviana, até 1904, quando passou a ser território brasileiro. E antes de pertencer à Bolívia, bem antes do europeu chegar às Américas, o atual Estado do Acre era habitado por indígenas.

Terras brasileiras e suas destinações

“Nesta terra, em se plantando tudo dá”. Aprendemos esta frase na escola e até hoje é ensinado que ela foi escrita por Pero Vaz de Caminha, em sua famosa Carta do Descobrimento do Brasil.

O Estado do Acre e sua história quase inACREditável

Dos 27 estados brasileiros, o Acre é o 16º em extensão territorial, com 164.123,964 Km² (IBGE/2020) de uma área muito cobiçada desde que se tem registro.

Identidade, cidadania e desenvolvimento – uma construção corajosa

Informações obtidas com as mais respeitadas instituições apresentam um veredito inegociável: a população do Estado do Acre carrega o rótulo de viver “no Estado mais pobre da região Norte”.

Impacto das alagações e algumas sugestões

Em função da geografia com muitos rios, o Estado enfrenta cheias, enchentes e alagamentos que precisam de ações infraestruturais.

O Estado do Acre e sua história quase inACREditável

A publicação apresenta a síntese das proposições apresentadas nos painéis desenvolvidos durante o Seminário e aprovadas na Conferência Final. Contém as principais diretrizes sugeridas para o desenvolvimento da bioeconomia nos nove estados da Amazônia Legal do Brasil e nos países da fronteira regional. As propostas são divididas em duas partes: resultados (consensos e divergências) e as proposições consolidadas em cada eixo temático, com vistas ao desenvolvimento da bioeconomia na região da Amazônia Legal do Brasil e dos países da fronteira regional. O documento final foi revisado e sintetizado, visando eliminar repetições, abstrações e subjetividades, priorizando clareza, precisão técnica e pluralidade de perspectivas. As proposições foram agrupadas por eixo temático, com linguagem objetiva e operacional. A Carta de Proposições é um instrumento técnico que pode subsidiar, conceitualmente, políticas públicas e ações concretas para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica. Foi encaminhada para mais de 150 autoridades governamentais das esferas federal, estaduais e municipais, além de organizações públicas, da sociedade civil e não-governamentais, agências de fomento, instituições universitárias e de pesquisa.